Sempre existe alguém pronto para apontar o que poderia ter sido feito diferente depois que tudo já aconteceu. É o famoso engenheiro de obra pronta: chega no final, olha o resultado e solta aquela frase clássica: “eu teria feito de outro jeito”. Curiosamente, essa mesma pessoa quase nunca aparece quando o projeto ainda está confuso, dando trabalho e exigindo coragem para começar.
Criticar depois que está feito é fácil. Difícil mesmo é estar presente no momento em que ainda não existe certeza, quando as decisões precisam ser tomadas com informações incompletas e alguém precisa colocar a mão na massa. Na prática, quem constrói precisa lidar com erros, ajustes, pressão, imprevistos e responsabilidade.
O problema é que muita gente gosta da fase da opinião, mas foge da fase da execução. Apontar falhas de fora parece confortável, porque não exige risco, entrega ou comprometimento. Já fazer acontecer exige movimento, paciência e disposição para aprender no caminho, inclusive quando o resultado não sai perfeito de primeira.
No fim, quem faz aprende. Quem executa amadurece, melhora e entende que cada decisão faz parte do processo. Quem só critica geralmente chega atrasado, quando o esforço já foi feito e a história já foi construída por quem teve coragem de começar.
Autoria de Patricciá Barce por WMB Marketing Digital
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